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terça-feira, julho 26, 2005

Olá!

Olá a todos.
Venho desejar umas boas Férias para o pessoal. Ou seja, só para alguns, porque eu só tenho férias lá para Dezembro.
Beijinhos para as Dras e um abraço para os Dres.

sexta-feira, julho 15, 2005

Tou triste

Oi, pessoal, como estão todos?
Eu não estou lá muito bem... roubaram-me o telemóvel ontem... Tava no café a almoçar e aparecem uns cabrões duns putos ciganos ou romenos com uns panfletos quaisquer. E meteram aquilo mesmo à frente da cara e aproveitaram para o levar, que estava mesmo em cima da mesa. Tou f...... de todo. Só o tinha há 3 meses e ainda o estou a pagar... Fdx!!!! Cabrões!!!!!! Conclusão: fiquei sem os números do pessoal, sem as fotos do meu Glorioso!!!!!
De resto, tudo é velho. À excepção de uma coisa: o Pedro começou a trabalhar esta semana!!!! Finalmente...
O fim-de-semana passado fui aqui a uma discoteca em Santarém (Via-In). É muito fixe! Era bebedeira na certa, se não fosse uma cabra duma gaja que me tentou levar o cartão e lixar-me. Mas as coisas correram bem. Ela lá inventou uma desculpa qualquer e acabámos por sair as duas sem pagar!!!
Nuno, se tens tanto orgulho na mais recente obra castanheirense (?), então agora já não tens desculpa para convidar o pessoal a ir aí. E convém que seja antes do Verão acabar, né?
Bom, espero que esteja tudo bem. Desculpem não ter dado notícias, mas estivémos em remodelação e só ontem é que tive direito a computador.
Beijocas grandes e na bochecha

segunda-feira, julho 11, 2005

Mafalda em djirecto na TSF

Sabem que eu já ouvi por 2 vezes na TSF e ainda hoje a trataram por jornalista?? nao sabem? claro q sabem, tá no títalo! A Mafaudjinha.
Pois foi. Há que aproveitar o espaço do verão!
E prontos era só isso!

sexta-feira, julho 08, 2005

Praia das Rocas

Olá a todos...
Quem gozava com a bonita vila de Castanheira de Pera agora tem mais é que estar calado... Ah pois é!!!
A Praia das Rocas é um sucesso... O Publico, o JN, o Correio da Manhã, a RTP, a TVI e todos os jornais regionais fizeram questão de dar grande destaque à Praia das Rocas...
Está muito bonito. Quem quiser fazer uma visita está à vontade! Terei todo o gosto em vos receber.
Deixo-vos aqui alguns links onde podem ver fotos e saber um pouco mais da Praia das Rocas.


http://www.cm-castanheiradepera.pt/index.htm

www.orelhas.pt

www.correio da manha.pt

http://www.correiomanha.pt/noticia.asp?id=165072&idCanal=10

http://jn.sapo.pt/2005/07/05/centro/ondas_piscina_atraccao_turistica.html

Vejam que vale a pena...

Beijinhos e abraços

não há almoço p ninguém!isto aqui não é a famácia!

é pá então não é que na segundafeira vou eu todo lampeiro p ir para a minha dose diária de feijão e bjecas - leia-se almoço no PT - e o gajo diz que não há nada p ninguém!? Até aqui nada de novo, mas ele tava a sério! Durante 2 meses nao há nada p ninguém!!! E agora? Tenho que ir comer para outro lado! será que o meu estomago aguenta?E que outro sitio me dá um quijinho à bórliu e bjecas a 0,50€?!? Lá se vai o subsídio de férias...
Bem, tenho ido ao grelha nova comer comida a sério com verduras e tudo, fica mais caro mas ao menos come-se bem. não há é direito a queijinho... melhores dias virão!
pois é ó puto, vê lá se metes aí umas fotos dessa grande praia que ainda nao vi nada! cá pra mim é um charco com umas velhotas lá a lavar roupa de botins calçados! tou a brincar, já sei que aquilo é muito fixe! E nada daquilo existia se não fosse o hitler, que foi buscar mão de obra escrava de leste p fazer aquilo!! eheh!
um abraço pessoal! e vejam se contam novidades. e tu clara, escreve qq coisa sobre ti, tipo, como são as noites do bairro alto etc etc, e deixa lá o luis osório, que ele já nem se deve lembrar de ti! ;)
xau xau!

quinta-feira, junho 30, 2005

Até sempre!

É talvez um dos dias mais tristes da minha vida, mas um dia que marca uma nova fase no jornal. A partir de amanhã, Paulo Narigão Reis, excelente jornalista e pessoa de grande dimensão pessoal e ética, assume a direcção. Só posso estar contente com a escolha que, da parte da administração, revela uma vontade efectiva de prosseguir um projecto que começou a ser construído há pouco mais de um ano e que, na minha opinião, não pode parar agora.
Saio com a convicção de que demos o melhor de nós próprios ao projecto, que estimulámos as pessoas para uma aventura em que não acreditavam ao princípio, que modernizámos o jornal, que lhe demos uma outra organização, que aumentámos as vendas, o que não acontecia há longos anos, e, sobretudo, que contribuímos para um acréscimo de notoriedade e capacidade de influência.
Mas tudo isso era o mais fácil. Por isso, sinto-me derrotado. Porque não conseguimos completar o projecto que tínhamos, por não termos editorialmente conseguido oferecer uma coerência global mais forte, por não termos conseguido ter a força suficiente para aumentar a circulação e as áreas de distribuição do jornal, por não termos cumprido algumas das promessas que fizemos à nossa equipa durante todos estes meses.
Sei que a minha equipa, com quem fui pouco complacente em tantos momentos, está desiludida com a minha saída. Esperava que tentasse continuar a remar contra as marés que nos aparecessem pelo caminho e que o nosso destino, como tantas vezes lhes disse, seria ganhar no fim. Abandonámos o barco antes da vitória, é justo que na despedida o abraço seja magoado.
Quando o Bruno Pires, um dos jornalistas mais frontais que conheço, entrou na minha sala e confessou que de mim esperava tudo menos a desistência, pensei que há momentos na vida onde não vale a pena encontrar desculpas. A partir de determinada altura “passeamos” pelo que fazemos como se andássemos por todos os destroços que deixámos para trás. Gostaria muito que a redacção, e todos os que aceitaram mergulhar de cabeça contra a lógica e a derrota antecipada, não desista de concretizar o sonho, que não desista de mostrar aos leitores o que de melhor têm por dentro.
Aprendi muito mais com a minha equipa do que o contrário. Todos juntos fizemos das fragilidades provas de força diária. Com apenas 40 jornalistas conseguimos fazer um jornal competitivo e com uma agenda própria. Com manchetes que foram importantes e agitaram o País, com uma identidade que estimulou discussões sobre a classe e as fronteiras do próprio jornalismo.
Quero agradecer à Fernanda Mira, grande chefe de redacção, por tudo. Nesse agradecimento abraçar cada um dos que arriscaram ficar sem vida própria em nome do respeito por si, caro leitor. Quero agradecer a cada uma das pessoas que aceitaram colaborar em A Capital, gente que muitos achavam ser uma aposta impossível. Mário Soares, António Mega Ferreira, Daniel Sampaio, Maria José Nogueira Pinto, Jacinto Lucas Pires, Gonçalo M. Tavares, Luísa Castelo Branco, Mário Cordeiro e José Luís Peixoto.
Quero agradecer aos meus companheiros de vida, gente a quem serei fiel até ao fim de todos os caminhos. Miguel Romão, Tiago Rodrigues, Luís Filipe Borges, Nuno Costa Santos e Maria Cristina Osório. Despedir-me do Vítor Manique, director comercial. E de todos os que com ele trabalham diariamente. Despedir-me do Pedro Fernandes, homem responsável pela renovação gráfica, e que se transformou em alguém que é nuclear no centro dos meus afectos.
Por fim, agradecer ao António Matos e à restante administração por terem confiado que poderia ser um bom director. Por muitas divergências que possa ter havido, por muitos recuos e amuos que a nossa relação tenha conhecido, fica um ano de trabalho em conjunto. Diferentes entendimentos são legítimos e não beliscam o essencial.
Ao terminar este texto, o último copo será com Rogério Rodrigues. Que me protegeu nos momentos difíceis, que foi uma voz sábia por entre os tumultos, com quem aprendi (há já longos anos) que a coragem e o carácter são porventura mais fundamentais do que tudo o resto, mesmo o talento. Espero que não te tenhas desiludido, querido Rogério.
Finalmente, o mais importante. Despedir-me de si. Agradecer-lhe a confiança por ter apostado em A Capital, um pacto que este jornal fará por manter. Muitas vezes, talvez não tenha concordado com a linha do jornal ou com as minhas opiniões, mas tudo o que fiz foi por convicção.
Até sempre.
Luís Osório
Ex-director de a A CAPITAL
Editorial de 30 de Julho de 2005

P.S. - Até sempre, camarada!
P.S.1 - É estranho definir o que se sente neste momento. Mais que as palavras, o silêncio e a introspecção é a melhor forma de o fazer!

Imaginem que amanha e o fim do mundo. O que diriam os nossos colegas?

Olá pessoal! Saudações académicas para todos! Ainda há pouco tentei deixar aqui uma mensagem mas ela não aparece no blog! Por isso vou voltar a colocá-la... (Só espero que não apareça duas vezes, senão o anónimo pode-se chatear) lol
Desculpem andar desaparecida, mas isto está mesmo um stress e com os exames tudo piora. Há uns anos atrás enviaram-me um mail ao qual não dei muita importância. Passados 3 anos voltei a relê-lo e agora acabei por achar engraçado e por isso passo a transcreve-lo...


Imaginem que foi descoberto que o mundo acaba amanhã. Neste cenário
hipotético, seriam estas as principais notícias dos jornais e revistas:

Expresso
O MUNDO VAI ACABAR; GOVERNO NÃO COMENTA

Público
GOVERNO ANUNCIA O FIM DO MUNDO

Avante
FIM DO MUNDO APROXIMA-SE; O ALENTEJO FINALMENTE VAI SER NOSSO

O Independente
SAIBA COMO VAI SER O FIM DO MUNDO

O Crime
PSICOPATA MATA A MÃE, DEGOLA O PAI, VIOLA A IRMÃ E FUZILA O IRMÃO AO SABER
QUE O MUNDO VAI ACABAR!

Jornal de Negócios
JUROS FINALMENTE CAEM!

O Jogo
NEM O FIM DO MUNDO SEGURA O DRAGÃO!

A Bola
FIM DO MUNDO É MANOBRA DO PINTO DA COSTA!

Tal e Qual
O MUNDO FO***-SE, ACABOU-SE TUDO!

********Revistas:**********

Visão
EXCLUSIVO: ENTREVISTA COM DEUS!
a.. Porque demorou tanto o apocalipse
b.. Especialistas indicam como encarar o fim do mundo

Maria
O MELHOR DO SEXO NO FIM DO MUNDO

Cosmopolitan
TESTE: O SEU NAMORO VAI ACABAR ANTES DO FIM DO MUNDO?

Playboy
PLAYMATE DO MÊS: UM APOCALIPSE DE SENSUALIDADE!

Exame Informática
100 DICAS DE COMO APROVEITAR O WINDOWS THE END!

Nova Gente
ATÉ AO FIM DO MUNDO A SUA REVISTA "NOVA GENTE" VAI CUSTAR APENAS 100$00

TV Guia
EXCLUSIVO: O FIM DO MUNDO NA SIC

Em Forma
Tenha um END light. Leia aqui como!

e finalmente, no boletim
MICROSOFT NEWS: WINDOWS 99 FOR GHOSTS-GROUPS
--

Espero que tenham gostado... Agora aqui vou eu de novo... Beijoquinhas para todos...

segunda-feira, junho 27, 2005

Boa, Ginga!!!

Boa, Ginga!!! Numa só palavra: PARABÉNS!!!!! Para o/a "Anónimo/a": toma, toma, toma!!!!! ;-)
Embora tivesse lido com atenção os textos da Ana Clara, estou, neste momento, a sofrer de preguiça mental, dada a hora avançada da tarde e ao cansaço. Por isso, Ana, quando a minha dinâmica cerebral regressar do seu estado de hibernação (temporária, espero!), prometo que acederei ao teu pedido de participação na discussão.
Novidades: acho que é desta que o Pedro vai começar a trabalhar. Para já, ele conseguiu um daqueles trabalhos temporários, mas já nos garantiram um trabalho a sério para Setembro. Vamos esperar!
De resto, é tudo velho. Em princípio, vou hoje ao cinema ver "Mr. and Mrs. Smith"! Fui ver o Sin City - A Cidade dos Pecados, com o Bruce Willis. Conclusões? É diferente, muito diferente. Só para terem uma ideia, o filme é todo a preto e branco e só determinadas coisas aparecem a cores, principalmente o que seja vermelho. Mas está muito bom. Conselhos para quem queira ver: tomem atenção às personagens, não se esqueçam delas à medida que o filme for correndo.
Beijocas grandes na bochecha

domingo, junho 26, 2005

A promessa!

Quem segue e persiste no caminho de uma profissão chamada «Jornalismo» percebe, desde o primeiro instante, que nada nesta classe são, como se costuma dizer, «favas contadas». Há cerca de um ano ingressei na profissão. Na altura – ainda nos bancos da Faculdade – pensava que não havia nada mais duro e difícil que o estudo e que os exigentes números de trabalhos pedidos pelos professores. Enganava-me. Percebi, pouco tempo depois, que as hercúleas batalhas ainda estavam para chegar. Sentia-as – e sinto – na pele que vesti: o Jornalismo.
Desde então muito aprendi. Muito ainda estou a aprender. E muito mais tenho ainda para saber. A propósito da demissão do meu director quero apenas salientar duas coisas. A dimensão humana de qualquer pessoa não pode NUNCA ser dissociada da dimensão profissional. Luís Osório contemplou ambas em a A Capital, sabendo distanciar-se, sempre, de uma e outra, consoante as circunstâncias. Muito aprendi com ele. Soube, no momento certo, ensinar-me a aprender com os erros. E nos momentos de brilho sempre soube também incentivar-me, dando-me motivação para evoluir na profissão e, sobretudo, para não desistir NUNCA do jornalismo – algo pelo qual sempre lutei e continuarei a lutar.
A vida é, na minha visão, uma sucessão de ciclos naturais. Luís Osório fez parte do meu primeiro ciclo na profissão. Isso é algo que não se esquece. O abalo em cada um de nós que teve a oportunidade de privar com ele é, obviamente, inevitável. Ainda assim, os abalos só podem servir para nos fortalecer e seguir em frente. A história das nossas memórias fará o resto. E já se encarregou de colocar o Luís nessa resenha!
P.S. – Seria bom para nós, jovens licenciados em Jornalismo, que pudéssemos discutir e partilhar experiências. Quem sabe, num futuro próximo, as distâncias não se encurtem e possamos trocar conhecimentos. Por mim, cá estarei, disponível para isso.

Jorge Coelho: o homem do «aparelho» socialista!

O coordenador autárquico do PS, Jorge Coelho, admitiu na semana passada a A CAPITAL que o PS pode vir a sofrer os custos das eleições autárquicas devido às medidas do Governo. O PS não tem candidato presidencial. O PS está a descer nas sondagens, ou seja, nos próximos tempos, o engenheiro José Sócrates vai ter de habituar-se ao peso da derrota e ao descontentamento da opinião pública, depois de ter vencido o PS e o país com todas as facilidades.
A vida de José Sócrates vai agora começar a complicar-se. E o truque de estar ausente também vai deixar de resultar porque é inevitável começar a dar explicações aos portugueses. O Governo avançou com dezenas de medidas mas não as explicou, como se ninguém fosse afectado por elas e todos tivessem de partilhar as certezas absolutas e a arrogância do primeiro-ministro.
O PS nas eleições autárquicas tem cometido erros graves que possivelmente pode pagar caro. Manuel Maria Carrilho, por exemplo, conseguiu em poucas semanas que os lisboetas se esquecessem do vazio e dos disparates cometidos nos últimos quatro anos. Carrilho conseguiu ainda melhor: colocar Carmona Rodrigues à frente nas sondagens. Coelho e Sócrates tiveram mesmo de intervir na estratégia eleitoral do ex-ministro da Cultura. Um homem das elites que quer uma Lisboa elítica e, com isso, ignora os problemas sociais foi o suficiente para o partido perceber que era inevitável uma paragem para balanço. Como sempre, o homem do «aparelho» socialista lá estava, obrigando Carrilho a redefinir toda a campanha.
Porém, também nas presidenciais ninguém no PS tem a mínima ideia de quem possa ser o candidato da área socialista, o que quer dizer que se Cavaco decidir avançar - como é quase certo - o PS vai limitar-se apenas a aceitar e a conformar-se com o resultado. Por estas e por outras, o mais certo é o PS perder as autárquicas e as presidenciais e se o Dr. Mário Soares estiver certo, o Governo arrisca-se a não chegar ao fim do mandato.
Jorge Coelho tem, há muito tempo, um papel fundamental no PS. Merece, por isso, uma nota positiva, não só no partido como no seio dos opinionmakers. Contudo, tem a responsabilidade de apaziguar conflitos entre estruturas locais e candidaturas autárquicas. Tem nas suas mãos a difícil tarefa de dar contas a José Sócrates sobre o partido. Não pode, por isso, deixar que militantes «arrogantes» como Manuel Maria Carrilho dividam o partido. Lições de moral na política todos o sabem fazer. Jorge Coelho não as dá. Nem perde tempo em discursos demagógicos. Executa e reprime estratégias erradas. É disso que todos os políticos que se deixam levar pela sede de poder precisam: de um Jorge Coelho em todos os partidos!
P.S. - Antes que me acusem de qualquer tipo de veia partidária, quero desde já esclarecer, que não me reflicto em quaisquer força política portuguesa. Tenho a minha identificação ideológica, é certo. Ainda assim, tenho obrigação, enquanto jornalista que lida com a política, de ter opinião sobre os agentes que nela se movem. É justo, na minha opinião, salientar o bom e o mau da política em Portugal. Espero comentários e discussão.

100 dias de (des)governo?

Não é fácil fazer um balanço cuidado do que aconteceu nestes 100 dias de Governo socialista. Contudo, um dia, com uma maior distância, os politólogos e analistas poderão chegar a uma de duas conclusões: foram estes meses que «mataram» ou «glorificaram» o Executivo de José Sócrates.
E esse balanço vai-se fazendo com o tempo, com a tempestade pública, com a agitação no país, em função daquilo que parece ser um percurso que não poupa nem ajuda ninguém, em nome de um moralismo que nada tem a ver com política.
Os portugueses querem soluções à medida, melhorar as suas vidas, ver o país crescer e andar para a frente, e ninguém, em boa verdade, pode garantir que isso vai acontecer, e que daqui a uns anos está tudo melhor.
Não tem sido assim, e porque razão será agora? O Governo tem de perceber que está em funções em nome de uma maioria que o sustenta, e não contra tudo e contra todos. Isso é o fim, dure o tempo que durar. Cem dias é pouco para avaliar um Governo, mas é também tempo suficiente para se perceber o caminho escolhido.
Ainda assim, vai já sendo tempo de o eng. José Sócrates sair da cortina de silêncio que tem implementado. Entendo que queira ser o oposto de Pedro Santana Lopes. Quer marcar pela discrição. Quer marcar calando assessores. Não quer que a comunicação descubra intenções políticas antes de si mesmo. Demarca-se de polémicas. No entanto, é bom que o sr. Primeiro-ministro saiba que é preciso começar a aparecer mais. Explicar as polémicas no momento certo. Talvez fosse bom aconselhar-se com o seu nr.2: António Costa.
Só assim, conseguirá colocar no terreno as suas políticas estruturais. Só assim os portugueses serão convencidos, ainda que mal! Só assim, poderá minimizar os custos políticos de uma eventual derrota autárquica!
Beijos e abraços para todos!

sábado, junho 25, 2005

A ministra apolítica!

As declarações da ministra da Educação sobre a disparidade entre as sentenças de um tribunal açoriano e outro de Lisboa estão a ter uma repercussão exagerada mas não deixam de ser muito importantes. A questão não é a falta de respeito pelos Açores ou pelos juízes, que tanto tem indignado a classe. A única questão é a falta de preparação da ministra para uma entrevista que ela sabia que ia ser importante. É o resultado - ainda que prematuro - de uma experiência mais académica que política.
A minha experiência enquanto jornalista ainda é mínima. Contudo, da pouca que possuo, considero que, pelo menos neste espaço de debate, posso emitir uma opinião sobre as despropositadas declarações da ministra na semana passada.
Desde segunda-feira que a ministra era convidada para ir a televisões e rádios. Adiou para 4ª feira, o que, à partida seria sensato - nesse dia a ministra poderia ter falado do sucesso dos exames e das poucas consequências de greve (indiscutivelmente os sindicatos perderam esta batalha). Mas é um absurdo não se estar preparado para responder às questões óbvias. E a questão que lhe foi colocada era óbvia. A resposta é que foi tudo menos óbvia: foi atrapalhada, confusa, nada rigorosa e, sobretudo, POLITICAMENTE DESASTROSA.
Para quem faz jornalismo político há uma regra que se aprende desde logo com os gabinetes ministeriais: os ministros políticos devem ter gabinetes muito técnicos e que os ministros técnicos devem ter gabinetes muito políticos. Na semana passada, viu-se o que dá uma ministra técnica com um gabinete técnico a enfrentar uma questão política: dá ASNEIRA!
Ainda é cedo para avaliar as responsabilidades dos titulares das pastas ministeriais deste Governo. Ainda assim, já vai sendo tempo para o eng. José Sócrates e a sua equipa se irem preparando para os combates políticos. Se não acontecer já, está eminente o fim do chamado ESTADO DE GRAÇA!
Beijinhos e abraços para todos!

Algumas curiosidades para descontrair...

Sabiam que:
A frase inglesa "The quick brown fox jumps over the lazy dog" utiliza todas as letras do alfabeto!? Foi criada pela Western Union para testar as suas telecomunicações telex/twx!

Quando o café "A Brasileira" vendeu os primeiros cafés expressos" em Lisboa, o público achou-os amargos e daí que o proprietário da casa tivesse inventado o slogan para ajudar nas vendas: "Beba Isto Com Açúcar". E pegou! Hoje, a palavra foi reduzida às suas iniciais: BICA! Afinal, a BICA tem uma razão forte de existir!!...

Durante a Guerra, nos Estados Unidos da América (vulgo USA), quando as tropas voltavam para o quartel após uma batalha sem baixas, escreviam numa placa "0 Killed" (zero mortos) o que deu origem à expressão OK para indicar que tudo está bem.

Antigamente, em Inglaterra, não se podia fazer sexo sem o consentimento do Rei (a não ser que se tratasse de um membro da família real (Ufa! ainda bem que os tempos mudaram!!..."). Quando os súbditos de sua majestade queriam fazer amor, tinham que solicitá-lo ao monarca, que lhes entregava uma placa que deviam colocar em frente da porta do quarto enquanto tivessem relações. Na placa lia-se: "Fornication Under Consent of the King ". Daí a origem da expressão inglesa FUCK!!!

E esta, hein??!!!!

sexta-feira, junho 24, 2005

Política em Portugal...

Olá!
Vi os posts da Ana Clara e da Tixa e decidi deixar aqui a minha opinião.
Os políticos deste país revelam-se cada vez mais incongruentes...E acho que não vale a pena defender uns nem outros. Senão vejamos...
O Srº Presidente da República defendia durante o Governo PSD que era tempo de mostrar sinais de retoma económica. Agora vem defender a tomada de medidas cada vez mais rigorosas e pedir novamente sacrifícios aos portugueses...
O Engenheiro Sócrates penso que fez uma campanha eleitoral notável. É que a filosofia do seu Governo é uma antítese da sua campanha eleitoral. Se não vejamos:
- as SCUT não se iam pagar- afinal, parece que sim.
- o Imposto Automóvel ia mudar e baixar - afinal, parece que vai ficar igual, ou talvez aumentar...
- os impostos não iam aumentar- afinal, o IVA vai já para 21%.
Se não faziam ideia do valor do défice, só revelam incompetência e demagogia nas promessas.
O que se fez foi mentir e carregar sobre alvos fáceis...
Porquê falar de empregos e do choque tecnológico para agora fazer precisamente o contrário?
Aumentar o IVA para 21% só vai levar a um abrandamento da economia e à fuga ao fisco.
É de salientar o bom aproveitamento do PS do relatório da comissão Constâncio. Uma interpretação feita da forma que mais lhes convêm para poder aumentar os impostos e cortar regalias...
Uma coisa é certa. Já conseguiram instalar o pessimimismo no consumidor e isso reflecte-se obviamente na economia. A crise está aí novamente.
Esta é só mais uma prova de como está a política no nosso País...
O Ministro das Finanças e o Presidente da República pedem sacrifícios mas são os primeiros a acumular reformas e ordenados. Parabéns!!! Gostava de os ver a viver um mês com um ordenado mínimo!
Não vale a pena apontar o dedo a uns e a outros porque no fundo é tudo igual...
Infelizmente é o estado do nosso País...

quinta-feira, junho 23, 2005

Sobre isto ainda hei-de falar..oportunamente!

O jornalista Luís Osório vai deixar no fim de Julho a direcção do diário A Capital, alegando «diferentes entendimentos» com a administração sobre o futuro do jornal, afirmou hoje à agência Lusa o ainda director. «Nesta altura, não tenho todas as garantias que os objectivos traçados para o jornal possam vir a ser cumpridos», sublinhou Luís Osório, defendendo que o projecto definido para o diário A Capital precisa de passar para uma segunda fase. Osório assumiu a direcção da publicação em Maio do ano passado, tendo desde então procedido a uma reforma editorial e gráfica.
«Este ano foi um ano muito positivo. Conseguimos concretizar todos os objectivos deste primeiro ano, como estancar as quedas nas vendas do jornal, e tivemos, sobretudo, um ganho de notoriedade e uma maior capacidade de influência em novos sectores, como por exemplo na política», salientou.
Rogério Rodrigues, actual director-adjunto do diário, acompanhará Luís Osório, cessando também funções. Questionado sobre o seu futuro e possíveis projectos, Luís Osório revelou que não tem planos, salientando que continua a acreditar no futuro deste projecto editorial.
Contactada pela Lusa, a direcção-geral da espanhola Prensa Ibérica em Portugal, a proprietária do diário, confirmou que Luís Osório cessa em Agosto, a seu pedido, as funções de director.
«A administração do jornal sublinha a forma personalizada como Luís Osório exerceu a direcção ao longo de um ano», referiu um comunicado assinado pelo administrador e director-geral da Prensa Ibérica, António Matos. «A nova liderança da redacção será conhecida oportunamente», concluiu o mesmo documento.
O jornal A Capital, fundado no final da década de 60, é actualmente propriedade do grupo espanhol Prensa Ibéria, que também detém em Portugal o título portuense O Comércio do Porto.

P.S. - Sobre isto ainda hei-de falar oportunamente. Hoje não é um bom dia para falar. Também destes processos de mudanças de direcções nos tornam a nós, jornalistas, seres diferentes.

BASTA!!!!!!

Venho "entupir" o blog outra vez!
Já é altura de dizermos "stop" à participação do/a "Anónimo/a"! Tal como o Ginga disse, este é um blog de um grupo de AMIGOS. Por isso, se essa pessoa quiser ser levada a sério, se quer realmente contribuir para as discussões, pelo menos, que tenha vergonha na cara, escrúpulos, decência e se identifique. Ou então, não se meta onde não foi chamado(a).
Chega de hipocrisia e cinismo, ok?

'Brigada Sofia

Sofia, obrigada por teres dado notícias da Nina, embora não sejam muito boas, né?
Ela não estava a trabalhar numa rádio lá em Pedrógão Grande? Correu mal ou era só estágio?
Bom, espero que as coisas corram melhor para ela. E já agora, para o resto do pessoal que estiver na mesma situação.
Então, Sofia, como estão a ser os primeiros dias de casada? O nó da forca já está muito apertado? ;-) Espero que esteja a correr tudo bem.
Beijocas e, mais uma vez, obrigada.

Carta aberta sobre o Dr. Pedro Santana (F)Lopes

Ai agora o Dr. Pedro Santana Lopes está armado em amiguinho dos portugueses?!?!? Porque é que ele não se lembrou de o ser naqueles (míseros) 4 meses em que esteve no "trono"? Será que ele está a tentar passar a mão pelo pêlo? Se sim, não muito obrigada! Como a Ana diz, mais vale ficar no seu cantinho, a (des)cuidar dessa nossa grande capital Lisboa e preocupar-se mais com as suas Santanetes. O Paulo fez bem: fechou as suas Portas para a política.
Neste momento, não é relevante tentar descacar essa batata a ferver da qual todos procuram livrar-se que é o verdadeiro culpado da situação actual da nossa economia. Sócrates, Santana, Barroso, Guterres ou Cavaco... Todos contribuíram, cada um à sua maneira, para o flagelo do défice orçamental, por isso todos têm uma pontinha de culpa. Mas, agora, o mais importante é fazer reviver aquele espírito de união que vivemos por ocasião do Euro 2004 e fazer os sacrifícios que todos pedem (embora esses não os façam) para que possamos superar esta crise.
Bom, já discursei, por isso agora as novidades. Sabem onde é que a minha irmã está? Uma pista: je suis perdu, je suis perdu!!!! Ah, Paris, Paris... E tal como a prof. de francês, ela também levou o filho, só que a prof. não sabia que o levava, né?
O Pedro afinal ainda não começou a trabalhar. Que merda!!!! Isto está mesmo complicado...
Que é feito da Nina? A única coisa que soube foi que ela foi a madrinha de casamento da Sofia, de resto, nicles... Alguém tem novidades dela?
Bom, espero que estejam todos bem.
Beijocas grandes CHUAC CHUAC

quarta-feira, junho 22, 2005

Carta a Bruxelas!

Pedro Santana Lopes escreveu à Comissão Europeia. O ex-primeiro-ministro português pediu à Europa para ter em conta «o assinalável progresso alcançado» por Portugal «na redução do défice estrutural» quando avaliar o processo por défice excessivo. O antigo governante alerta ainda para a singularidade da economia portuguesa, lembrando que Portugal está muito dependente dos efeitos negativos da situação internacional.
Pois é. Só é pena que o Dr. Pedro Santana Lopes se esqueça rapidamente que o Governo que liderou - ainda que por meros 4 meses - também é cúmplice deste valor extraordinário de quase 7 por cento. Esses quatro meses não são, obviamente, a causa para a situação das contas públicas. Todos o sabem. O problema é que ele foi o persecutor de uma política liderada pelo seu amigo Durão Barroso. O problema é que Bagão Félix seguiu uma política errada de Manuela Ferreira Leite. Escrever a Bruxelas para fazer elogios aos erros cometidos por sucessivos Governos do PS e do PSD é absurdo. Porque o que ainda ninguém reflectiu é exactamente sobre o seguinte: Não terá este valor do défice um resto de Cavaco Silva?
Miguel Cadilhe, ministro das Finanças de Cavaco, já levantou a questão. Só é pena que tanto o PS como o PSD teimem em passar, sucessivamente, a batata quente um para o outro.
Dr. Santana Lopes siga o caminho do seu amigo Paulo Portas: afaste-se por algum tempo da política portuguesa. Os portugueses dispensam a sua fraca contribuição que só empobrece a classe política.
Beijos e abraços para todos.

sábado, junho 18, 2005

Porquê pedir sempre um recibo?

Porque não podemos continuar a poupar dinheiro a quem vive dos impostos que nós pagamos, sem pagar os seus!
Quando não exige um recibo - que por lei lhe devia ser entregue, ao invés daquela habitual pergunta viperina " Quer recibo?" - está, de facto, a poupar ao infractor 19% de IVA mais a parcela dos 20 a 40% de IRC que deveria pagar mas não o fará porque, obviamente, se esquivou aos documentos respectivos.
Em números médios ele tem uma vantagem - na fuga aos impostos - de 25 a 30% do total pago além de, neste preço, já ter incluído a respectiva margem.
E nós, que não podemos fugir aos impostos, pagamos os nossos e, como ao Estado esse dinheiro já não chega, vamos também sofrer a sós o agravamento dos mesmos porque, as pessoas que diariamente nos vendem refeições, livros, perfumes, fatos, sapatos, portas, janelas..., nunca passam recibos!
Ou seja, pagamos os nossos impostos e temos de pagar também o que outros - vivendo das nossas compras - não pagam, por se esquivarem aos devidos recibos.
Vamos, a partir de hoje exigir sempre recibos. De tudo. Veremos se o deficit se reduz ou não...
E voçês o que é que têm a dizer??